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domingo, 3 de agosto de 2008

Distância

Como belos devaneios soam minhas palavras
Fastidiosos de minhas entoadas
E que rimas não passam de sórdidas e insolentes
Uma vez que meu sentimento é imponente

Não posso me aproximar como queria
Tão pouco me declarar como deveria
Me perco na indecisão, na tormenta
Que me marginaliza de maneira violenta

Um complexo emaranhado da solidão
Infesto de paradoxos insolutos
o amor como perdição

E a distância em absoluto
Lágrimas que marcam o recluso
E na sua falta, meu amor em desuso

Um comentário:

Lazer disse...

Fabio, seu poeta lindo!